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Guia de preços do tratamento de canal em Teresina

Quanto é o tratamento de canal? Entenda preços no Brasil em 2026, etapas, retratamento e cuidados para decidir com mais segurança.

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Gustavo Trindade
Gustavo Trindade

Dr. Gustavo Trindade

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Atualizado

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21 min

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27 min

Um dente com um buraco sendo tratado por um dentista com uma broca, em close-up.

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Entender quanto é o tratamento de canal ajuda a organizar a decisão sem confundir preço do procedimento com o custo completo para recuperar o dente. Em Teresina, a avaliação clínica define o caminho mais seguro.

Resposta rápida

Em 2026, o tratamento de canal custa, em estimativas brasileiras, entre R$ 400 e R$ 1.800 em muitas situações, enquanto uma faixa ampla chega a R$ 2.500 por dente. Dentes anteriores costumam custar menos, pré-molares ficam em uma faixa intermediária e molares tendem a ser mais complexos. O valor final depende da quantidade de canais, da presença de infecção, da necessidade de retratamento, da técnica utilizada e da restauração que protegerá o dente depois. Em Teresina, a confirmação exige exame clínico e radiográfico, porque apenas a avaliação permite definir o procedimento adequado.

Resumo

  • O tratamento de canal custa de R$ 400 a R$ 1.800 em faixas brasileiras de 2026, com estimativas amplas que chegam a R$ 2.500 por dente.
  • Molares geralmente exigem mais tempo e atenção técnica porque apresentam mais canais e anatomia mais complexa.
  • O procedimento remove a polpa comprometida, limpa o interior do dente e sela os canais para controlar a infecção.
  • Retratamento, infecção avançada e necessidade de restauração ou coroa podem aumentar o custo total.
  • Dor intensa, inchaço ou trauma justificam avaliação odontológica sem adiar o atendimento.
Um dentista examinando um dente com um espelho e uma sonda.

O que é o tratamento de canal?

Tratamento de canal é o procedimento de Endodontia que remove a polpa dental infectada ou necrosada, limpa e desinfeta os canais internos e sela esse espaço. O objetivo é controlar a infecção e preservar o dente natural quando sua estrutura ainda pode ser restaurada.

O interior do dente abriga a polpa, tecido que contém vasos e nervos. Quando uma cárie profunda, uma fratura, um trauma ou outra agressão compromete esse tecido de maneira irreversível, o organismo não consegue recuperar a polpa sozinho. A dor pode aparecer espontaneamente, aumentar com estímulos quentes ou frios e, em alguns casos, desaparecer quando a polpa necrosa. A ausência de dor, portanto, não confirma que o problema terminou.

O tratamento endodôntico cria acesso ao interior do dente para retirar o tecido comprometido. Depois, o profissional limpa, modela e desinfeta os canais radiculares, preenchendo o espaço com um material apropriado, como a guta-percha. O selamento reduz a possibilidade de entrada de microrganismos e prepara o dente para a reconstrução.

O procedimento é diferente de uma simples restauração. A restauração corrige uma perda mais superficial de estrutura, enquanto a Endodontia alcança a parte interna do dente. Para saber mais sobre sinais e indicação, é útil consultar o conteúdo sobre como saber se você precisa de um tratamento de canal.

Um dente com cárie sendo preparado para tratamento.

Por que o tratamento de canal é necessário?

O tratamento de canal é necessário quando a polpa está irreversivelmente inflamada ou necrosada. Sem controle, a infecção pode avançar para os tecidos ao redor da raiz, provocar abscesso e comprometer a possibilidade de manter o dente.

A indicação não deve ser feita apenas pela intensidade da dor. Um dente pode doer muito por uma inflamação pulpar, mas também pode estar necrosado e apresentar sinais diferentes. O dentista combina a história clínica, os testes de sensibilidade, o exame visual e as imagens radiográficas para avaliar a origem do problema. Esse conjunto evita tratar um dente que não precisa de Endodontia e também evita deixar uma infecção sem cuidado.

Cáries extensas são uma causa frequente, mas não são a única. Quedas, pancadas, restaurações profundas, desgaste e trincas podem afetar a polpa. Quando o dente fica sensível por tempo prolongado, dói ao mastigar, escurece ou aparece uma fístula na gengiva, a avaliação ganha importância. Inchaço no rosto, febre ou dificuldade para abrir a boca tornam a procura por atendimento ainda mais urgente.

O objetivo é preservar a estrutura natural sempre que isso for clinicamente possível. Adiar a consulta pode permitir que a infecção se espalhe ou que uma parte maior do dente se perca, aumentando a complexidade da reabilitação. O tratamento de canal não deve ser entendido como uma escolha baseada apenas em aliviar sintomas, mas como uma intervenção para controlar a causa dentro do dente.

O atendimento odontológico de urgência deve avaliar dores de dente, traumas e sinais de infecção com responsabilidade. A decisão depende do diagnóstico, da condição das paredes do dente e da possibilidade de realizar uma restauração resistente depois do tratamento.

Um dentista explicando o procedimento de canal para um paciente.

Quanto custa fazer tratamento de canal?

Em 2026, o tratamento de canal custa, em clínicas particulares, de R$ 400 a R$ 900 para dentes anteriores, de R$ 500 a R$ 1.200 para pré-molares e de R$ 700 a R$ 1.800 para molares, conforme estimativa publicada pela Dentalclean. Outra estimativa ampla para o Brasil fica entre R$ 600 e R$ 2.500 por dente.

Essas faixas ajudam a responder quanto custa fazer tratamento de canal, mas não substituem um orçamento individualizado. O dente da frente tende a apresentar menos canais e acesso mais simples. O pré-molar ocupa uma posição intermediária. Já o molar costuma exigir mais atenção porque pode ter vários canais, curvaturas, calcificações ou anatomia difícil de localizar.

A Dentalclean publicou para 2026 uma média de R$ 400 a R$ 900 em dentes anteriores, R$ 500 a R$ 1.200 em pré-molares e R$ 700 a R$ 1.800 em molares, em clínicas particulares. Outra estimativa apresenta uma faixa mais ampla, de R$ 600 a R$ 2.500 por dente no Brasil em 2026. A diferença entre as estimativas mostra por que uma tabela genérica não consegue definir sozinha o valor de um atendimento em Teresina.

O orçamento precisa esclarecer o que está incluído. Em alguns casos, o preço se refere ao tratamento endodôntico, enquanto a restauração definitiva é planejada separadamente. Se houve grande perda de estrutura, pode ser necessária uma reconstrução mais extensa ou uma coroa. Exames, urgência, dificuldade de acesso, número de canais, presença de lesão e uso de recursos de magnificação também influenciam a composição do valor.

Quando o paciente pesquisa apenas o preço, corre o risco de comparar procedimentos diferentes. A pergunta mais útil é qual é o plano completo para limpar, selar e proteger aquele dente. Em uma avaliação presencial, o profissional consegue explicar o diagnóstico, as alternativas possíveis e o que será necessário após a obturação.

A faixa de preço também não deve levar o paciente a esperar o agravamento para buscar atendimento. Uma urgência com dor forte ou inchaço precisa ser examinada, mesmo quando a pessoa ainda não sabe se será necessário canal. O custo correto é aquele apresentado com clareza para o caso real, após diagnóstico.

Instrumentos odontológicos organizados em uma bandeja.

Como é feito o tratamento de canal?

O tratamento de canal combina diagnóstico, anestesia local, isolamento, abertura do dente, remoção da polpa, limpeza e modelagem dos canais, preenchimento e restauração. Cada sessão pode durar de 45 minutos a 2 horas, conforme o dente e a técnica.

Quais são as etapas do tratamento de canal?

O atendimento começa com a avaliação clínica e radiográfica. O profissional identifica o dente responsável, verifica a extensão da infecção e analisa se existe estrutura suficiente para uma reconstrução. Esse momento também permite distinguir uma inflamação pulpar de outras causas de dor, como problemas periodontais, trincas ou contatos inadequados entre os dentes.

Na sequência, realiza-se a anestesia local e o isolamento do dente. O isolamento mantém a área protegida da saliva e melhora a segurança do procedimento. O dentista faz uma abertura na coroa para alcançar a câmara pulpar e remove o tecido comprometido. Depois, os canais são limpos e modelados com instrumentos apropriados, sempre respeitando a anatomia encontrada.

A desinfecção tem papel central. Não basta retirar o tecido visível: é preciso trabalhar o sistema de canais, que pode apresentar ramificações e curvaturas. Quando o caso permite, os canais são preenchidos na mesma consulta. Em outras situações, o profissional coloca uma medicação intracanal e fecha o dente provisoriamente para continuar depois.

A obturação preenche o espaço preparado e o selamento impede nova contaminação. O procedimento endodôntico não termina, porém, sem o planejamento restaurador. O dente precisa ser fechado de modo adequado e, quando indicado, protegido com uma restauração mais resistente ou uma coroa. A escolha depende do volume de estrutura remanescente, da posição do dente e da força mastigatória que ele recebe.

A saudecidade.com descreve um fluxo com anestesia local, isolamento, abertura da coroa, remoção da polpa, limpeza, modelagem e preenchimento com guta-percha. A Florio Odontologia resume o processo em diagnóstico, acesso e isolamento, limpeza dos canais e selamento com restauração. As descrições mudam na forma de organizar as fases, mas convergem quanto à necessidade de limpar, desinfetar e selar o sistema interno.

O tratamento pode ser realizado por cirurgião-dentista, enquanto situações complexas podem ser encaminhadas para um endodontista, especialista com formação específica nos canais radiculares. Em um caso com anatomia incomum, retratamento ou lesão extensa, a experiência específica pesa na definição da abordagem.

Quantas sessões são necessárias?

O número de sessões depende da complexidade. A AmorSaúde informa que uma sessão pode ser possível em dentes anteriores com anatomia simples, em quadros de pulpite irreversível sem infecção periapical e quando o paciente consegue colaborar adequadamente. Duas sessões são descritas como a situação mais comum: a primeira limpa e medica os canais, e a segunda realiza a obturação depois de alguns dias ou semanas.

Múltiplas sessões podem ser necessárias quando há infecção grave, abscesso com drenagem, retratamento ou anatomia muito complexa com vários canais acessórios. O intervalo não representa descuido. Ele pode permitir observar a evolução dos sinais clínicos e a ação da medicação antes do selamento definitivo.

A duração de cada consulta também varia. A AmorSaúde indica sessões entre 45 minutos e 2 horas. Um dente com acesso direto e poucos canais tende a demandar uma abordagem diferente de um molar com canais curvos ou de um dente já tratado anteriormente.

O número de consultas só deve ser definido depois da avaliação. Prometer uma sessão para todos os casos pode colocar a rapidez acima da segurança; indicar várias sem necessidade também torna o atendimento mais oneroso. O planejamento responsável ajusta o tempo ao diagnóstico.

  1. Avaliar o dente com exame clínico e imagem.
  2. Anestesiar, isolar e acessar a câmara pulpar.
  3. Remover a polpa comprometida e limpar os canais.
  4. Medicar quando necessário, obturar e selar o espaço interno.
  5. Restaurar o dente e acompanhar a evolução clínica.
Um close-up de um dente sendo tratado com instrumentos finos.

Por que o tratamento de canal é caro?

O preço não remunera apenas o tempo em que o paciente permanece na cadeira. Ele reúne diagnóstico, preparo do campo, instrumentais, materiais de limpeza e obturação, controle de contaminação, conhecimento técnico e responsabilidade sobre uma estrutura que precisa continuar funcionando depois do canal.

A quantidade de canais é um dos principais fatores. A DentMap destaca que o valor varia principalmente conforme o número de canais e a complexidade do caso. Um dente com mais canais exige localização, instrumentação e selamento cuidadosos. Curvaturas, canais estreitos, calcificações e acessos difíceis também aumentam o trabalho clínico.

A infecção altera o planejamento. Um abscesso, uma lesão ao redor da raiz ou a necessidade de medicação entre consultas pode exigir acompanhamento mais próximo. O retratamento tende a ser ainda mais delicado, porque é preciso remover materiais anteriores, localizar canais que não foram tratados ou corrigir limitações do procedimento inicial.

A tecnologia pode colaborar com a precisão, mas não substitui o raciocínio clínico. Magnificação, exames de imagem e instrumentos específicos têm custos e são empregados conforme a indicação. O uso de recursos deve fazer sentido para o diagnóstico, e não ser apresentado como um acréscimo automático em todos os casos.

Também é necessário considerar o que acontecerá depois. Um canal bem obturado em um dente sem proteção adequada pode falhar por infiltração ou fratura coronária. Por isso, o valor total precisa ser discutido junto com a restauração definitiva, especialmente quando houve perda extensa de estrutura.

O tratamento de canal é caro porque envolve uma cadeia de decisões técnicas destinadas a preservar o dente e reduzir riscos. A comparação mais justa considera qualificação profissional, controle do campo, clareza do planejamento, materiais, acompanhamento e solução restauradora, e não apenas o menor valor inicial.

Um dentista usando uma broca para limpar um canal radicular.

O que é retratamento de canal?

Retratamento de canal é a repetição do tratamento em um dente que já foi tratado e apresentou nova infecção periapical ou não evoluiu como esperado. Ele busca remover a causa persistente, limpar novamente os canais e restabelecer o selamento.

Um dente tratado pode voltar a apresentar dor, sensibilidade à mastigação, fístula ou alteração radiográfica. Isso pode acontecer por infiltração, fratura, canais não localizados, limpeza insuficiente, anatomia complexa ou contaminação posterior. A presença de sintoma não define automaticamente a necessidade de retratamento: é preciso investigar a causa.

No retratamento, o profissional acessa novamente o dente e remove a restauração ou os materiais existentes quando isso for necessário. Depois, procura compreender o que manteve a infecção, revisa a anatomia e realiza nova limpeza e obturação. Em alguns casos, a avaliação considera alternativas cirúrgicas ou a impossibilidade de restaurar a estrutura, mas essa decisão depende de exame detalhado.

O retratamento de canal no Brasil tem uma estimativa ampla de custo entre R$ 1.200 e R$ 3.500 em 2026. A faixa é maior que a de muitos tratamentos iniciais porque o procedimento pode envolver remoção de materiais, acesso mais difícil e investigação de falhas anteriores. O orçamento deve separar o retratamento da reconstrução necessária depois.

Nem toda dor após o canal significa falha. É possível haver sensibilidade temporária dos tecidos ao redor da raiz, sobretudo após um procedimento mais complexo. O importante é acompanhar a evolução e retornar quando o profissional orientar ou quando os sintomas persistirem, aumentarem ou vierem acompanhados de inchaço.

Um paciente sorrindo após o tratamento de canal.

Quais cuidados após o tratamento de canal?

Após o procedimento, é comum receber orientação para evitar mastigar sobre o dente enquanto ele estiver com restauração provisória. A AmorSaúde recomenda não usar esse lado nesse período, porque o dente ainda pode estar sem a proteção restauradora definitiva e a restauração provisória pode sofrer deslocamento ou fratura.

A alimentação deve respeitar o conforto e a segurança do dente. Alimentos muito duros, pegajosos ou que exijam força podem aumentar o risco de quebrar uma estrutura já enfraquecida. A higiene continua necessária, com escovação cuidadosa e limpeza entre os dentes conforme a orientação recebida. Interromper a higiene por receio de tocar na região favorece o acúmulo de placa.

Alguma sensibilidade ao mastigar pode ocorrer nos dias seguintes, mas dor intensa, inchaço progressivo, febre, gosto desagradável persistente ou dificuldade para abrir a boca exigem contato com o consultório. Medicamentos devem ser usados somente conforme orientação profissional, sem aproveitar sobras de prescrições anteriores.

A restauração definitiva merece prioridade. Enquanto o dente está apenas fechado provisoriamente, ele não alcançou sua proteção final. A consulta restauradora define se será suficiente uma restauração direta ou se a quantidade de estrutura perdida exige uma cobertura mais robusta, como uma coroa.

O acompanhamento também verifica a resposta dos tecidos ao redor da raiz. A recuperação não se resume ao momento em que a dor diminui. O dente precisa permanecer selado, funcional e integrado à rotina de higiene e prevenção.

Um dente saudável e forte em um fundo branco.

Qual a durabilidade do tratamento de canal?

Com tratamento endodôntico bem executado e restauração adequada, o dente pode durar toda a vida do paciente. A longevidade depende do selamento, da quantidade de estrutura preservada, da proteção restauradora, da higiene e das forças aplicadas sobre o dente.

A polpa retirada não deixa o dente condenado. O que muda é a resistência estrutural. Como explica a AmorSaúde, o dente tratado perde a polpa, que fornecia umidade e nutrição interna, e fica mais seco e frágil. Na prática, o risco mais relevante pode estar na fratura da parte coronária, especialmente quando uma cárie ou restauração extensa já removeu muitas paredes.

A restauração final tem papel decisivo. Ela impede infiltração, recompõe a função e distribui melhor as forças da mastigação. Em dentes posteriores, que recebem cargas elevadas, o profissional pode indicar uma proteção mais ampla. Em dentes anteriores, a escolha considera principalmente a estrutura remanescente, a estética e a função.

Os hábitos cotidianos também influenciam. Morder objetos, roer unhas, abrir embalagens com os dentes e manter apertamento sem controle podem sobrecarregar a reconstrução. Bruxismo, cáries novas e doença gengival precisam ser acompanhados porque a durabilidade do dente não depende apenas do canal.

Estudos citados pela AmorSaúde mostram taxas de sucesso entre 85% e 95% para tratamentos iniciais sem lesão periapical e entre 70% e 85% quando existe lesão periapical estabelecida. Esses índices ajudam a compreender o prognóstico, mas não substituem a avaliação do caso concreto.

A manutenção inclui higiene diária, consultas de revisão e atenção a mudanças na mordida ou na gengiva. Um dente sem dor ainda pode desenvolver infiltração ou cárie ao redor da restauração. Preservar o resultado é parte do tratamento, não uma etapa opcional.

Um dentista mostrando um modelo de dente para um paciente.

Próximos passos após o tratamento de canal

Depois de concluir o canal, o próximo passo é confirmar como o dente será restaurado. A saudecidade.com aponta a restauração ou a colocação de coroa como parte da proteção da estrutura tratada. A Florio Odontologia também destaca a necessidade de um plano restaurador correspondente ao dente tratado.

O planejamento não é igual para todos. Uma perda pequena pode ser recomposta com restauração adesiva. Quando há paredes fragilizadas, grande abertura ou alta demanda mastigatória, pode ser indicada uma solução que envolva maior cobertura. O profissional considera posição, estética, contato com os dentes vizinhos, oclusão e quantidade de tecido preservado.

Também é importante entender o que o orçamento contempla. O tratamento endodôntico, a restauração provisória, a reconstrução definitiva e uma eventual coroa podem ser fases distintas. Pedir essa explicação antes do início reduz dúvidas sobre o custo total e ajuda o paciente a organizar o retorno.

Se a consulta começou por uma urgência, o alívio inicial não encerra a investigação. O dente precisa ser acompanhado até a restauração definitiva, e os demais fatores que causaram a cárie, como higiene inadequada ou consumo frequente de açúcar, devem ser revistos. O objetivo é evitar que um problema semelhante surja em outro local.

Em Teresina, a decisão deve ser tomada após avaliação presencial, sobretudo quando há dor aguda, rosto inchado, trauma ou suspeita de infecção. O encaminhamento para Endodontia pode ser apropriado quando a anatomia ou a história do dente exige conhecimento especializado.

  • Entender o valor antes de marcar uma consulta → Use as faixas de preço apenas como referência e solicite avaliação clínica com orçamento que separe canal e restauração.
  • Resolver dor intensa, inchaço ou trauma fora do horário comercial → Procure atendimento odontológico de urgência para identificar a causa e controlar o quadro com segurança.
  • Preservar um dente com cárie profunda ou polpa comprometida → Faça avaliação endodôntica antes que a infecção avance e reduza as possibilidades de restauração.
  • Saber se o dente tratado está protegido → Confirme o plano restaurador e evite mastigar sobre a restauração provisória até a conclusão da reconstrução.
  • Investigar sintomas em um dente que já teve canal → Agende uma avaliação para diferenciar sensibilidade passageira, infiltração, fratura ou necessidade de retratamento.
  • Paciente com dor aguda, rosto inchado ou trauma em Teresina: Priorizar avaliação odontológica de urgência, sem esperar o sintoma desaparecer.
  • Paciente que quer comparar preços de canal: Comparar o plano completo, incluindo complexidade, número de canais, materiais e restauração posterior.
  • Paciente com dente já tratado e sintomas novamente: Investigar a causa antes de escolher retratamento ou outra conduta.
  • Paciente com canal concluído e restauração provisória: Evitar mastigar sobre o dente e concluir a restauração definitiva conforme orientação profissional.
Um dentista sorrindo em um consultório odontológico moderno.

Como Atendimento Odontológico 24h pode ajudar

Uma dor intensa durante a noite, um dente quebrado ou um rosto inchado criam uma situação diferente da consulta programada. Nesses casos, o primeiro passo é avaliar a origem do problema e controlar a urgência com segurança. O atendimento não deve se limitar a mascarar o sintoma, porque a causa pode estar na polpa, na raiz, na gengiva ou em um trauma.

O Atendimento Odontológico 24h oferece atendimento odontológico para emergências, com manejo de dores de dente e outras urgências. Na clínica Dr. Gustavo Trindade, em Teresina, a proposta é unir prontidão para situações críticas a uma atuação especializada em Endodontia, incluindo casos de dor intensa, dentes quebrados, inchaços e quadros infecciosos em horários de madrugada, finais de semana e feriados.

Essa modalidade pode ser especialmente relevante quando a pessoa não consegue esperar o horário comercial para descobrir se o dente precisa de canal. A avaliação clínica orienta a conduta e permite organizar o tratamento endodôntico quando ele for indicado. O atendimento também considera a preservação da estrutura natural sempre que isso for possível e seguro.

A clínica está localizada no bairro Jóquei, na Rua Professor Joca Vieira, 1418. O Dr. Gustavo Trindade é cirurgião-dentista especializado em Endodontia, com atendimento presencial em Teresina e foco em cuidados urgentes e precisos. A comunicação com o paciente deve incluir o diagnóstico, as etapas previstas e a necessidade de restauração posterior, para que a decisão seja consciente.

Quando há dor ou inchaço, esperar que o sintoma desapareça pode permitir a progressão do quadro. A orientação mais responsável é buscar avaliação odontológica, compreender o que está acontecendo e seguir um plano compatível com a condição do dente.

Perguntas frequentes

Quanto é o tratamento de canal em 2026?
Em estimativas brasileiras de 2026, o valor fica de R$ 400 a R$ 900 para dentes anteriores, de R$ 500 a R$ 1.200 para pré-molares e de R$ 700 a R$ 1.800 para molares. Uma faixa ampla chega a R$ 2.500 por dente. O orçamento individual depende do diagnóstico e não inclui necessariamente a restauração definitiva.
Como fazer tratamento de canal?
O tratamento é feito com diagnóstico, anestesia local, isolamento, abertura do dente, remoção da polpa comprometida, limpeza e modelagem dos canais, obturação e selamento. Depois, o dente precisa de restauração adequada para recuperar sua proteção.
Por que tratamento de canal é caro?
O valor envolve diagnóstico, tempo clínico, quantidade de canais, complexidade anatômica, materiais, desinfecção, obturação e responsabilidade sobre a preservação do dente. A restauração ou coroa também pode fazer parte do custo completo.
Tratamento de canal dói?
A anestesia local é usada para permitir o procedimento com segurança e conforto. Pode haver sensibilidade após a consulta, mas dor intensa, inchaço ou piora dos sintomas devem ser comunicados ao dentista.
Quantas sessões são necessárias para fazer um canal?
Casos selecionados podem ser concluídos em uma sessão. Duas sessões são descritas como o cenário mais comum, enquanto infecções graves, abscessos, retratamentos e anatomias complexas podem exigir múltiplas consultas.
O que é retratamento de canal?
É a repetição do tratamento em um dente que já recebeu Endodontia e apresentou nova infecção ou persistência do problema. Ele pode exigir remoção de materiais anteriores e investigação de canais não tratados.
Quanto custa o retratamento de canal?
Uma estimativa para o Brasil em 2026 fica entre R$ 1.200 e R$ 3.500. O preço costuma ser maior porque o acesso é mais complexo e pode haver materiais ou limitações do tratamento anterior.
O que acontece se eu não fizer a restauração depois do canal?
O dente permanece mais vulnerável à infiltração e à fratura. A restauração definitiva ou uma coroa, quando indicada, protege a estrutura e devolve função ao dente tratado.
O tratamento de canal pode durar a vida toda?
Pode. Com tratamento bem executado, selamento adequado, restauração resistente, higiene e acompanhamento, um dente tratado endodonticamente pode durar toda a vida do paciente.

Glossário

Endodontia
Especialidade odontológica que diagnostica e trata a polpa e os tecidos internos relacionados às raízes do dente.
Polpa dental
Tecido interno que contém nervos e vasos sanguíneos no interior do dente.
Obturação
Preenchimento e selamento dos canais depois da limpeza e modelagem.
Guta-percha
Material utilizado para preencher e selar os canais radiculares.
Lesão periapical
Alteração nos tecidos ao redor da ponta da raiz, frequentemente associada a infecção endodôntica.
Retratamento
Repetição do tratamento de canal em um dente previamente tratado que apresenta novo problema.
Gustavo Trindade

Escrito por

Gustavo Trindade

Dr. Gustavo Trindade

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